ELISÃO OU ILISÃO FISCAL NO INSS DE OBRA? A LINHA TÊNUE ENTRE ECONOMIZAR MILHARES DE REAIS E COLOCAR SEU PATRIMÔNIO EM RISCO

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Entenda a diferença técnica e jurídica entre Elisão e Ilisão Fiscal na gestão do INSS de Obra. Descubra como reduzir impostos legalmente e evitar multas pesadas que travam sua CND, financiamento ou inventário.

O Pesadelo do “Jeitinho” na Regularização da Casa Própria

Imagine a seguinte situação: Ricardo e sua esposa, após anos economizando, finalmente concluem a construção da casa dos sonhos. A obra física acabou, mas a burocracia apenas começou. Eles precisam vender o imóvel antigo para quitar o financiamento da nova construção junto à Caixa Econômica Federal.

Ao chegar no Cartório de Registro de Imóveis, o oficial exige a Certidão Negativa de Débitos (CND) da obra. Sem ela, nada de averbação, nada de venda, nada de liberação de crédito.

Desesperado, Ricardo ouve um “conselho” de um conhecido: “Declare que a obra começou há 10 anos para alegar decadência ou diga que a área construída é menor. O sistema aceita tudo.”

Ricardo, sem saber, estava prestes a cometer um ato de Ilisão Fiscal (sonegação). O resultado? O cruzamento de dados via satélite da Receita Federal e o cadastro na Prefeitura detectaram a fraude. A multa foi de 150% sobre o valor devido, o nome foi para a Dívida Ativa e a venda do imóvel foi cancelada.

Essa história é mais comum do que parece. Como especialista em Direito Tributário, vejo diariamente patrimônios bloqueados por falta de distinção entre Planejamento Tributário (Elisão) e Fraude (Ilisão).

Neste artigo, explicarei com profundidade técnica, mas com a clareza necessária, como você — seja proprietário, herdeiro ou investidor — pode regularizar sua obra pagando o mínimo legalmente possível, sem colocar seu sono e seu bolso em risco.

Imagine a seguinte situação: Ricardo e sua esposa, após anos economizando, finalmente concluem a construção da casa dos sonhos. A obra física acabou, mas a burocracia apenas começou. Eles precisam vender o imóvel antigo para quitar o financiamento da nova construção junto à Caixa Econômica Federal.

Ao chegar no Cartório de Registro de Imóveis, o oficial exige a Certidão Negativa de Débitos (CND) da obra. Sem ela, nada de averbação, nada de venda, nada de liberação de crédito.

Desesperado, Ricardo ouve um “conselho” de um conhecido: “Declare que a obra começou há 10 anos para alegar decadência ou diga que a área construída é menor. O sistema aceita tudo.”

Ricardo, sem saber, estava prestes a cometer um ato de Ilisão Fiscal (sonegação). O resultado? O cruzamento de dados via satélite da Receita Federal e o cadastro na Prefeitura detectaram a fraude. A multa foi de 150% sobre o valor devido, o nome foi para a Dívida Ativa e a venda do imóvel foi cancelada.

Essa história é mais comum do que parece. Como especialista em Direito Tributário, vejo diariamente patrimônios bloqueados por falta de distinção entre Planejamento Tributário (Elisão) e Fraude (Ilisão).

Neste artigo, explicarei com profundidade técnica, mas com a clareza necessária, como você — seja proprietário, herdeiro ou investidor — pode regularizar sua obra pagando o mínimo legalmente possível, sem colocar seu sono e seu bolso em risco.


Conceitos Fundamentais: O Alicerce Jurídico

Para operar no Sistema Eletrônico de Aferição de Obras (SERO) e no Cadastro Nacional de Obras (CNO) com segurança, precisamos dissecar dois conceitos do Direito Tributário que são frequentemente confundidos.

1. Elisão Fiscal: A Arte da Economia Legal

A elisão fiscal é o planejamento tributário lícito. Trata-se de utilizar a própria legislação, brechas intencionais da lei e regimes de tributação favoráveis para reduzir ou adiar a carga tributária antes que o fato gerador (a obrigação de pagar) se concretize plenamente ou se torne imutável.

No contexto de obras, a elisão ocorre quando analisamos a Instrução Normativa RFB nº 2.021/2021 (recentemente alterada pela IN RFB nº 2.212/2024) e identificamos oportunidades como:

  • Escolha correta entre Aferição Indireta , Contabilidade Regular ou Aferição com o uso do Fator de Ajuste;
  • Uso adequado de fatores de redução para concreto usinado ou pré-moldados;
  • Aproveitamento correto de créditos de notas fiscais de material e serviço.

Nota do Especialista: A Elisão é um direito do contribuinte. O Art. 110 do Código Tributário Nacional (Lei nº 5.172/1966) garante que a lei tributária não pode alterar a definição dos institutos de direito privado, permitindo que o contribuinte escolha o caminho menos oneroso, desde que lícito.

2. Ilisão Fiscal: O Risco da Evasão e Fraude

A ilisão fiscal (muitas vezes sinônimo de evasão fiscal no contexto popular, embora tecnicamente a evasão seja a conduta criminosa posterior) refere-se a manobras ilegais para evitar o pagamento de tributos devidos.

Na construção civil, configura-se ilisão quando o contribuinte:

  • Omite a remuneração real dos trabalhadores na GFIP/DCTFWeb;
  • Manipula a data de início da obra no CNO para forçar uma prescrição/decadência inexistente;
  • Declara área construída inferior à real;
  • Utiliza notas fiscais “frias” para reduzir a base de cálculo do INSS – RMT.
  • Informa o uso de concreto usinado, argamassa usinada ou de massa asfáltica sem ter a comprovação ou Notas Fiscais;
  • Informa o uso de material pré-moldado ou pré-fabricado nas estruturas ou paredes externas sem ter utilizado ou sem ter a comprovação, sem estar previsto no projeto;
  • Informa Notas de concreto usinado e outros materiais (tijolos, blocos, ferragem e etc.) nos campos que devem ser informado o uso ou não de material pré-moldado ou pré-fabricado;
  • Manipulação de cadastros e informações errôneamente para diminuir ou alterar base de cálculo;
  • Informa indevidamente créditos inexistentes nos sistemas para reduzir ou alterar a base de cálculo do tributos;
  • Informar paralisações inexistentes durante a fase de executação da obra;
  • Informar destinação errada da obra (Casa popular, Comercial salas e lojas, Conjunto habitacional popular, Edifício de Garagens, Galpão industrial, Residencial multifamiliar, Residencial nifamiliar) visando reduzir propositalmente a base de cálculo do INSS – RMT.
  • Informar Tipo de Obra errado (Alvenaria, Mista, Madeira) visando reduzir propositalmente a base de cálculo do INSS – RMT.
  • Outros.

A ilisão fiscal mais comum praticada por muitos profissionais para reduzir a base de cálculo do INSS de OBRA – RMT:

  • Manipula a data de início da obra no CNO para forçar uma prescrição/decadência inexistente;
  • Utiliza notas fiscais “frias” para reduzir a base de cálculo do INSS – RMT.
  • Informa o uso de concreto usinado, argamassa usinada ou de massa asfáltica sem ter a comprovação ou Notas Fiscais;
  • Informa o uso de material pré-moldado ou pré-fabricado nas estruturas ou paredes externas sem ter utilizado ou sem ter a comprovação, sem estar previsto no projeto;
  • Informa Notas de concreto usinado e outros materiais (tijolos, blocos, ferragem e etc.) nos campos que devem ser informado o uso ou não de material pré-moldado ou pré-fabricado;
  • Informar Tipo de Obra errado (Alvenaria, Mista, Madeira) visando reduzir propositalmente a base de cálculo do INSS – RMT.

Essas práticas violam diretamente a Lei nº 8.137/1990 (Crimes contra a Ordem Tributária) e sujeitam o proprietário a multas qualificadas que podem chegar a 225% do valor do imposto.


Aprofundamento Técnico: Aplicando a Elisão no INSS de Obra (SERO)

Regularizar uma obra não é apenas preencher dados no site da Receita Federal. É um processo de auditoria. Vamos analisar como a Elisão Fiscal funciona na prática, amparada pela legislação vigente.

O Poder da Escolha: Aferição Indireta vs. Contabilidade Regular vs. Aferição com Fator de Ajuste

A Lei nº 8.212/1991, em seu art. 33, § 4º, permite que, na falta de prova regular e formalizada pelo contribuinte (Contabilidade Regular, Aferição com Fator de Ajuste), o montante dos salários pagos pela execução de obra de construção civil possa ser obtido mediante cálculo da mão de obra empregada, proporcional à área construída (Aferição Indireta).

Aqui reside a maior oportunidade de Elisão:

  1. Contabilidade Regular (Somente para Pessoa Jurídica): Se a obra teve escrituração contábil impecável, com todas as notas de serviço e folha de pagamento lançadas na DCTFWeb (Instrução Normativa RFB nº 2.005/2021), pagamos o INSS exatamente sobre o que foi gasto com mão de obra.
  2. Aferição com Fator de Ajuste (Somente para Pessoa Física): O Fator de Ajuste constitui um benefício fiscal previsto na legislação previdenciária, especificamente regulamentado pela Instrução Normativa RFB nº 2.021/2021. Este mecanismo visa incentivar a regularidade espontânea das contribuições ao longo da execução da obra, permitindo que, ao final do processo, não haja saldo residual a pagar, mesmo que a remuneração declarada seja inferior à Remuneração da Mão de Obra Total (RMT) calculada pela Receita Federal.
  3. Aferição Indireta: Se é Pessoa Física que construiu com pedreiros autônomos, sem nota fiscal, e sem recibos e sem recolhimentos, ou se contratou uma empresa por empreitada parcial e esta não recolheu o INSS de seus trabalhadores vinculados no CNO da OBRA, a Receita utilizará o VAU (Valor Atualizado Unitário) para estimar quanto você gastou com mão de obra. Muitas vezes, o cálculo da Aferição Indireta cobra mais do que o valor real gasto, pois é uma estimativa presumida.

Onde está o planejamento (Elisão)?
Muitas vezes, o cálculo pela Aferição Indireta, aplicando-se os redutores da IN RFB nº 2.021/2021, resulta em um imposto menor do que a soma da folha de pagamento real. Um especialista fará a simulação de ambos os cenários antes de enviar a declaração no SERO. Escolher o caminho mais barato é elisão; é legal.

Deduções Legais: O Segredo dos Detalhes

A Instrução Normativa RFB nº 2.110/2022 consolida as normas gerais de tributação previdenciária. Conhecer seus artigos permite aplicar deduções que o sistema da Receita não aplica automaticamente se você não informar corretamente.

  • Pré-moldados e Pré-fabricados: O uso dessas tecnologias permite reduzir a base de cálculo da remuneração da mão de obra, pois presume-se que houve menos esforço humano no canteiro.
  • Concreto Usinado: A nota fiscal do concreto, se lançada corretamente, abate um pouco do valor do INSS a pagar.
  • Fator Social: Obras de pessoas físicas, além do fator de ajuste, tmbém são beneficiadas com descontos significativos de acordo com o tamnho da obra .

Os Riscos da Ilisão: Por que o “Barato” Sai Caro

Muitos proprietários, na ânsia de obter a CND para averbar no cartório ou liberar o financiamento da CAIXA, recorrem a práticas de Ilisão. Veja os riscos reais baseados na infraestrutura atual da Receita Federal:

1. Cruzamento de Dados (Big Data Fiscal)

A Receita Federal utiliza o sistema SERO, que é integrado aos bancos de dados das Prefeituras (Alvarás e Habite-se) e a outros sistemas.
Se você informa no SERO informações incorretas, a Receita pode cruzar estas informações com os dados da Prefeitura, dados das Notas Fiscais, eSocial e etc., resultando em malha fiscal.

2. Multas e Impedimentos

A detecção de fraude (Ilisão) acarreta:

  • Cobrança do imposto devido com juros SELIC;
  • Multa de ofício (75%) ou qualificada (150% a 225% em caso de fraude evidente);
  • Impedimento de emissão de CND: A Portaria PGFN/RFB nº 1.751/2014 deixa claro que a regularidade fiscal é requisito para certidões. Sem CND, o imóvel fica “congelado”.

3. Impacto nas Transações Imobiliárias e Familiares

  • Divórcio: O imóvel irregular não pode ser partilhado formalmente, travando o processo judicial.
  • Inventário: Os herdeiros não conseguem transferir a propriedade. O imposto da obra recai sobre o espólio.
  • Venda/Financiamento: Nenhuma instituição financeira (Caixa, Bradesco, Itaú) libera recursos para compra de imóvel sem averbação da construção, que depende exclusivamente da CND do INSS.

O Passo a Passo da Regularização Segura

Como consultor tributário, sigo um protocolo rigoroso para garantir a Elisão (economia) e afastar a Ilisão (risco):

  1. Análise do CNO (Cadastro Nacional de Obras): Verificação conforme a IN RFB nº 2.061/2021. O cadastro deve espelhar a realidade fática da obra. Erros aqui são fatais.
  2. Diagnóstico Documental: Análise de Alvarás, Habite-se, Projetos e Notas Fiscais.
  3. Cálculo Comparativo: Simulação matemática entre Aferição Indireta e Contabilidade (se houver).
  4. Aplicação da Decadência (quando real): Se a obra é antiga (mais de 5 anos), aplicamos a decadência de forma técnica, comprovando o fim da obra com documentos aceitos pela Receita, e não apenas com “declarações vazias”.
  5. Confissão e Parcelamento: Se houver imposto a pagar, utilizamos a Instrução Normativa RFB nº 2.063/2022 para parcelar o débito, garantindo a regularidade imediata para emissão da CND.

Exemplo Prático: Diferente Cenário

Para ilustrar, veja como a distinção se aplica aos meus públicos-alvo:

Financiamento Habitacional (Caixa)

Um casal construiu com recursos próprios e agora quer averbar para vender financiado.

  • Erro (Ilisão): Mentir sobre a área construída para pagar menos e “passar” na avaliação da Caixa. O engenheiro da Caixa vai medir a obra. A divergência travará o processo.
  • Solução (Elisão): Utilizar o fator de ajuste social (se aplicável) no cálculo da Aferição, pagando o justo e obtendo a CND rapidamente.

Conclusão

A linha que separa a economia inteligente (Elisão) do crime tributário (Ilisão) no INSS de Obra é o conhecimento técnico.

Tentar “enganar” o sistema da Receita Federal é uma aposta onde a casa sempre ganha. A tecnologia de cruzamento de dados tornou a sonegação obsoleta e perigosa.

Por outro lado, a legislação oferece inúmeros caminhos lícitos para reduzir drasticamente o valor a pagar — caminhos que apenas um olhar especialista consegue identificar.

Seja para inventário, divórcio, venda ou apenas para dormir tranquilo na casa que você construiu, o caminho da Elisão Fiscal é o único que protege seu patrimônio a longo prazo.

Não arrisque o investimento de uma vida por falta de orientação.


Gostaria que eu analisasse o seu caso específico?

A regularização da sua obra não pode esperar uma autuação chegar. Posso realizar uma análise preliminar da sua documentação para identificarmos juntos as oportunidades de Elisão Fiscal (economia legal) para a sua CND.


FAQ – Perguntas Frequentes sobre INSS de Obra

1. Qual a principal diferença entre Elisão e Evasão Fiscal na obra?
A Elisão é o uso de métodos legais (como escolha de regime de tributação e uso de redutores previstos na IN 2.021/21) para reduzir o imposto. A Evasão (ou Ilisão ilícita) envolve fraude, como mentir dados no sistema SERO, o que gera multas pesadas e processos criminais.

2. Posso regularizar minha obra antiga sem pagar nada?
Depende. Se a obra foi concluída há mais de 5 anos e você possui provas documentais robustas, pode-se aplicar o instituto da Decadência Tributária, zerando o INSS. Porém, isso exige uma análise técnica precisa para não configurar falsa declaração.

3. A Receita Federal sabe se eu mentir a área da construção?
Sim. A Receita cruza dados com as Prefeituras (Alvarás e Habite-se), Cartórios de Registro de Imóveis e até imagens de satélite. Divergências entre o declarado no CNO/SERO e a realidade física geram a “Malha Fiscal de Obra”.

4. O que acontece se eu não emitir a CND da obra?
Sem a CND (Certidão Negativa de Débitos), você não consegue averbar a construção na matrícula do imóvel. Isso impede a venda através de financiamento bancário, dificulta a partilha em divórcios e inventários, e desvaloriza o imóvel em cerca de 30% a 40% no mercado.

5. O pedreiro não tinha carteira assinada, como faço o INSS?
Neste caso, a regularização poderá ser feita por meio do recolhimento do INSS CPP dos trabalhadores autônomos ou Meis, de forma retroativa, a fim de regularizar os recolhimentos atrasados, e, se possível, aplicar fator de ajuste. Caso contrário, a Receita Federal estimará o custo da mão de obra baseada no VAU, cobrando o imposto sobre essa estimativa. Um especialista pode ajudar a aplicar redutores legais para diminuir esse valor.

Somos especialistas neste assunto, se você ficou com alguma dúvida ou necessita de mais informações, estamos à disposição.

Se você quiser, pode entrar em contato com nossos especialistas pelo WhatsApp clicando no botão que aparece logo abaixo.

Recomendamos ainda que, antes de realizar qualquer contrato, acordo, pagamento de serviço ou negócio jurídico, procure por um profissional de sua confiança.

Os artigos e notícias apresentados neste informativo tem caráter meramente informativo, não significando qualquer compromisso e / ou orientação formal sobre legislação e negócios, cabendo ao usuário / cliente contatar formalmente um profissional para tanto.

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ALGUNS CLIENTES QUE JÁ REGULARIZARAM O INSS DE OBRAS

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QUANTO É POSSÍVEL REDUZIR aproximadamente DE INSS DE OBRA?

SIMULAÇÃO: RS. Pessoa Física, Casa, Unifamiliar, Alvenaria, Obra Nova, VAU Jan/2025.

ÁREA SEM ESTRATÉGIA COM ESTRATÉGIA ECONOMIA %
101 8.378,25 2.218,87 6.159,38 73,52
301 43.695,47 11.572,19 32.123,28 73,52
501 93.508,72 35.573,97 57.934,75 61,96

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CASOS REAIS DE REDUÇÃO DE INSS DE OBRA

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BENEFÍCIOS E VANTAGENS DE REGULARIZAR O INSS DE OBRA

Você cuida da sua obra, e o resto da burocracia nos cuidamos para você. Veja as vantagens e benefícios:

REDUÇÃO DE VALORES

É possível reduzir 73% ou mais do INSS de OBRA. Não pague mais do que é devido. Aproveite os benefícios que a Receita Federal instituiu.

CONFORMIDADE FISCAL

Menor exposição à fiscalização. Execução das operações baseada em documentos e informações corretas.

PAGAMENTO CORRETO DAS OBRIGAÇÕES

Aproveite os créditos dos impostos ou contribuições já quitados. Pague somente o que é devido. Não desperdice seu dinheiro. 

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FAQ - PERGUNTAS FREQUENTES

Pode, mas cuidado. Um contador generalista cuida de centenas de obrigações diferentes todos os dias. Nós somos especialistas cirúrgicos em INSS de Obra.

Pense assim: se você tem um problema no coração, vai num Clínico Geral ou num Cardiologista? Conhecemos as brechas da Instrução Normativa que a maioria desconhece. É essa especialização que garante a redução de até 73%  ou mais que mostramos acima. Seu contador é parceiro, mas nessa batalha específica, você precisa de um especialista.

Risco Zero. Nosso trabalho não é ‘jeitinho’, é Elisão Fiscal. Tudo o que fazemos é 100% embasado na legislação da Receita Federal (IN 2021/2021).

O que fazemos é aplicar corretamente os fatores de redução que a própria lei permite, mas que o sistema automático da Receita não te conta. Nós blindamos o seu CPF/CNPJ aplicando a lei a seu favor. Você receberá sua CND emitida pelo site oficial do Governo.

O custo é uma fração pequena do que você vai economizar. Na prática, o serviço se paga sozinho com a economia gerada.

Antes de você pagar qualquer centavo de honorários, nós fazemos a Simulação Gratuita. Você saberá exatamente quanto vai economizar. Se não valer a pena para você, não fechamos negócio. Simples assim.

Com certeza.

  • Se acabou antes de 31/12/2019: Podemos aplicar a regra da ‘Decadência’ (prescrição) para zerar ou reduzir drasticamente impostos de obras antigas (mais de 5 anos).

 

  • Se terminou após 01/01/2020: Podemos aplicar a regra do Fator de Ajuste Retroativo, buscando colocar em dia as informações / declarações / pagamentos que não foram feitos no período obrigatório, reduzindo o imposto.

 

  • Se vai começar ou a obra está em andamento: É o melhor cenário. Fazemos o Planejamento Estratégico para você pagar o mínimo possível mês a mês, sem sustos no final.

A regularização do INSS hoje é 100% digital, feita via portal e-CAC e SERO (Serviço Eletrônico de Aferição de Obras). Não é necessário ir fisicamente à Receita Federal.

Nós atendemos clientes de todo o Brasil daqui da nossa sede. Você recebe tudo por WhatsApp ou E-mail, com a mesma validade jurídica de um atendimento presencial, mas com muito mais agilidade.

Imagine uma realidade onde você possa investir o dinheiro que hoje entrega de graça ao fisco em sua empresa, família ou nos seus sonhos. Parece distante? Não precisa ser. Na Alpha Gestão Tributária, transformamos essa visão em realidade todos os dias para nossos clientes.

O que fazemos por você?
Na prática, cuidamos de tudo relacionado à regularização de INSS de Obras e à otimização de tributos:

Inscrição no CNO de INSS de OBRA: Cadastramos sua obra no Cadastro Nacional de Obras, poupando seu tempo.

Gestão do e-Social: Incluímos todos os dados mensais sobre sua obra para que nada saia do lugar.

Envio da DCTF Web Mensal: Garantimos que a declaração dos valores devidos ao INSS seja feita sem erros.

Emissão de DARFs e recibos: Organizamos as guias e documentos comprobatórios para apresentação à Receita Federal.

Aferição da obra no SERO Inss de Obra: Conferimos os dados da sua obra para regularização.

Emissão da CND de INSS de OBRA: Finalizamos o processo com a emissão da Certidão Negativa de Débitos, deixando você livre para focar no que realmente importa.

Aviso de Regularização de INSS de OBRA: Realizamos a Regularização do INSS de OBRA para quem recebeu o Aviso da Receita Federal, no prazo concedido, bem como prestamos as demais informações e esclarecimentos à Receita Federal inerentes ao processo para que a obra fique regularizada na Receita Federal e seja obtida a CND de INSS de OBRA.

Por que escolher a Alpha Gestão Tributária?
O Brasil tem uma das maiores cargas tributárias do mundo. Pagamos muito, mas nem sempre recebemos o retorno esperado. O que quase ninguém te conta é que você pode, sim, pagar menos impostos, de forma totalmente legal e segura.

Aqui na Alpha, acreditamos que o suor do seu trabalho merece ser aproveitado por você e sua família, e não desperdiçado em impostos. Cuidamos de toda a burocracia enquanto você foca no crescimento do seu negócio.

Atuação nacional: De Erechim, RS, para todo o Brasil. Atendemos de norte a sul do país.

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A Comprovação Oficial e a Garantia de Segurança Futura

Você terá em mãos a prova oficial emitida pelo próprio Governo Federal, além de uma garantia contratual estendida da Alpha. A segurança de que a obra está regular e livre de cobranças futuras se dá através de três pilares fundamentais:

1. A Certidão Negativa de Débitos (CND)
Esta é a prova definitiva. Ao final do processo, a Alpha Gestão Tributária entrega a Certidão Negativa de Débitos (CND).

O que é: É o documento final oficial emitido pela Receita Federal que atesta que a obra está 100% regularizada.

Para que serve: Este comprovante permite averbar a construção no cartório de imóveis, garantindo que não há pendências financeiras com a União.

2. Garantia Contratual de 5 Anos (Suporte Técnico)

Além do documento oficial, você tem a segurança jurídica do contrato de prestação de serviços. A Alpha oferece um suporte técnico por 5 anos após a emissão da CND.

Cláusula de Proteção: A Cláusula 15 do nosso contrato estabelece que a Alpha realizará todo trâmite junto à Receita Federal para “contestar, responder ou justificar quaisquer questionamentos” referentes à obra pelo prazo de 5 anos.

Por que 5 anos? Este é o prazo decadencial tributário. Ou seja, a empresa garante suporte técnico durante todo o período em que a Receita Federal poderia, em tese, revisar a obra.

3. Relatório de Conformidade e Transparência

Ao final dos serviços, a empresa disponibiliza um relatório contendo a situação final no CNO (Cadastro Nacional de Obras), no SERO (Serviço Eletrônico para Aferição de Obras) e a situação fiscal da obra, garantindo transparência total sobre o que foi feito.

É gratuito, sem obrigação de contratar